Recordando O: Havai
Do sol que não apenas brilha, mas doura a alma ao fim de cada tarde.
O paladar também viaja no tempo. Sinto o frio de um shave ice derretendo sob o sol de meio-dia, o sabor fresco de um poke comido à beira da estrada e a doçura dos frutos tropicais colhidos no ponto exato. Cada refeição era uma celebração do que a terra e o mar oferecem. Recordando o Havai
As cores do Havai não existem em mais nenhum lugar com a mesma intensidade: Do sol que não apenas brilha, mas doura
A primeira lembrança que me assalta não é visual, mas olfativa. É aquele perfume denso de jasmim-manga (plumeria) misturado com a maresia salgada que nos atinge assim que as portas do aeroporto se abrem. Recordar o Havai é sentir, novamente, aquela humidade quente que abraça a pele, prometendo que os dias de pressa ficaram do outro lado do Pacífico. Cada refeição era uma celebração do que a